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High End – Aprenda a fazer um som de qualidade

O som de alta fidelidade seguem algumas regras que devem ser obrigatoriamente seguidas para obter o melhor resultado, porém um dos problemas é que essas regras são totalmente o oposto que muitos instaladores seguem no seu dia a dia, sendo por isso o destaque para essa nova tendência de mercado. A seguir relacionamos algumas das principais, listadas sem seguir uma ordem de importância:

1 – Um grave erro seguido por muitos instaladores é na hora de regular e posicionar os alto-falantes focar no som para fora do carro, quando na realidade deveria focar no seu interior, ou seja, no motorista e os demais ocupantes do veículo. Pode-se dizer que o som High End é exatamente o contrário do pancadão. Nada de som “para fora”. A música deve ser ouvida só por quem está dentro do carro;

2 – A segunda é que o que deve ser destacado para quem está no veículo é a música e não os equipamentos instalados no veículo para reproduzi-la. Isso não quer dizer que os equipamentos não tenham importância. Muito pelo contrário! Mas eles só devem ter destaque na hora do projeto e da compra, ficando em segundo plano na hora de ouvir música;

3 – A terceira é que os equipamentos de som, principalmente alto-falantes, não devem ser percebidos. Nada de o ocupante do veículo ouvir uma música e conseguir perceber onde estão instalados os falantes ou pensar “ah, agora entrou o woofer ou o tweeter do lado esquerdo (ou direito)”;

4 – A quarta é que o som High End exige equipamentos específicos, com características diferenciadas. São equipamentos mais sofisticados e caros, muitos deles importados e de marcas às vezes menos conhecidas pelo grande público, mas que permitem que o lojista pratique margens de lucro mais folgadas;

5 – A quinta é que para se obter um som de alta qualidade e definição não basta só instalar bons equipamentos. É preciso fazer um projeto específico para o veículo de cada cliente, considerando não só o tamanho do habitáculo e a acústica interna, mas principalmente as preferências do proprietário, como por exemplo, tipo de música que gosta de ouvir e nível de volume preferido.

Seguindo essas premissas básicas, o motorista e demais ocupantes do carro devem ter a impressão de que estão ouvindo uma apresentação ao vivo do cantor, conjunto, banda ou orquestra, no mesmo ambiente, podendo distinguir cada instrumento e sua localização e até pequenos detalhes, como uma respiração do vocalista ou o ruído dos dedos passando pelas cordas de um instrumento de cordas ou pelas teclas de um piano.