Dicas para Compra, Instalação e Ajustes do som automotivo

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Pergunta: Qual a função da caixa acústica? Para que ela serve afinal de contas? Para segurar o alto-falante e não deixar ele solto, largado dentro do carro?

Resposta: A função primordial da caixa acústica é separar as senóides (ondas sonoras) frontais das traseiras. Sem ela, o alto-falante trabalhará “solto”, isso chamamos tecnicamente de “free-air” ou “infinite baffle”. De forma objetiva, se as senóides traseiras se encontrarem com as frontais dentro de um mesmo ambiente, uma cancelará a outra já que estão em sentidos opostos. Ou seja, haverá cancelamento de ondas e conseqüentemente, ineficiência sonora. Todo alto-falante precisa de uma caixa acústica. Para coaxiais e mid-bass, a porta é a própria caixa acústica.

Pergunta: Tenho um subwoofer de 400Wrms. Para extrair o melhor rendimento dele, devo usar um amplificador mono de qual potência?

Resposta: Esta resposta é polêmica e muitas marcas e especialistas a respondem com cuidado ou, a evitam. Vamos entender alguns pontos pra lá de essenciais e fundamentais para que você realmente entenda o que de fato é bom e seus perigos. Para isso, faremos uma analogia. O que é mais confortável de dirigir, um carro 1.0 ou um 2.0? A resposta é óbvia, o motor mais forte confere mais conforto pois responde mais rápido e trabalha com folga. Ou seja, confere mais dinamismo. Mesmo em trânsito pesado, com semáforos, radares (pardais) e congestionamento, tanto o carro com motor 1.0 quanto o com 2.0 andarão na mesma velocidade, mas o motor mais forte por disponibilizar de potência total muito maior do que a usada, confere respostas mais rápidas. Em som seguimos o mesmo princípio. Entenda que a potência vem do amplificador, o alto-falante apenas suporta a potência. Se você utilizar, por exemplo, um subwoofer de 400Wrms com um amplificador de 400Wrms, o alto-falante mal conseguirá trabalhar com sua capacidade de potência pico, que normalmente é o dobro da potência rms (800W neste caso). Ou seja, enquanto você trabalha com o amplificador no limite dele, o alto-falante estará trabalhando dentro da faixa de potência nominal e não total, limitando sua dinâmica sonora. Se você por outro lado, utilizar um amplificador de 800W, terá como explorar todo o potencial do seu alto-falante, mas é aí que surge o perigo. Se você aplicar nominalmente 600, 700, 800Wrms neste alto-falante, teremos uma possibilidade muito grande de queima do alto-falante por dois motivos – a primeira é que seu alto-falante é de 400Wrms, aplicar potência contínua acima deste limite, mesmo musicalmente, irá reduzir seu tempo de vida útil. E a segunda razão, é que amplificadores trabalhando perto ou no limite de seu regime de potência máxima, gera mais distorção. Um bom amplificador gera nenhuma ou pouquíssima distorção quando trabalha em até 50% da sua potência máxima. Acima disso, por começar a trabalhar com maior “esforço”, é normal que a distorção aumente. Se você utilizar seu amplificador em potência acima de 80% da sua capacidade máxima, o nível de distorção irá aumentar muito dependendo da qualidade de seu amplificador. Esta distorção, aliada a potência em excesso suportada pelo alto-falante, poderá causar a queima. Portanto, é necessário dosar esta potência em demasia ouvindo com ponderação. Para finalizar a resposta de forma clara, significa que se você possui um alto-falante de 400Wrms ligado a um amplificador de 1000, 2000, 3000, 5000W, você terá um grave muito articulado e desprovido de distorção, desde que você aplique apenas a potência relativa ao que o alto-falante suporte.

Pergunta: O que é o termo “fora de fase”?

Resposta: É quando o positivo é ligado equivocadamente ao negativo ou vice-versa. Seu alto-falante tocará ao contrário. Tweeters fora de fase são difíceis de perceber só ouvindo. Subwoofers um pouco menos. Já o mid-bass é mais fácil de notar.

Pergunta: Para que serve a inversão 180º encontrada em alguns amplificadores mono e, em reprodutores?

Resposta: Puxando um gancho da pergunta anterior, esta inversão 180º é nada mais que mudar a fase do seu subwoofer, invertendo-a. Isto é feito para que o grave toque na frente (onde ficamos sentados dentro do carro) e não, que ele venha de trás para frente. Ao mudar a fase do mono, consegue-se mudar onde o grave vai “soar” dentro do carro. Lembrando que isso não é uma regra sem exceção. Há muitos casos onde alternar a fase do subwoofer não mudará muito no resultado final, pois o F3 da caixa, tamanho da onda, posicionamento da caixa, materiais com damping e afins, podem influir nesta mudança. Portanto, é válido que ou o player ou o amplificador tenha essa função para uma eventual necessidade de ajuste pós-instalação.

Pergunta: Cabos e fios fazem tanta diferença? Ou é puro marketing das marcas para nos fazer pagar muito mais em algo que não fará muita diferença?

Resposta: Imagine que você comprou um Celta 1.0 e instalou um turbo com 1,5kgs. A potência do motor pulou de 70cv para 250cv. Lindo, não? Nem tanto… Se você mantiver o câmbio original, é provável que ele irá estourar por não suportar tanta potência como também, não irá fazer seu Celta possante atingir 280km/h por exemplo. Por mais que você consiga enfiar 400, 500, 1000, 2000 cv no seu Celta, o câmbio original nunca fará ele passar dos 180km/h. A relação de marchas precisa ser mais longa em motores potentes, nada complicado de entender. Em som, é igual. Cabos e fios são como a transmissão do seu carro. Portanto fazem sim diferença. Fuja de lojas que dizem que isso é besteira e te cobram muito barato para instalar. Ainda assim, não se esqueça que não adianta usar fios e cabos high-end se os demais elementos do seu som forem de baixa qualidade. Sempre nivele todos os produtos do seu sistema de som por igual.

Pergunta: Vejo algumas instalações onde o amplificador não é parafusado diretamente à lata do banco traseiro, usa-se um acabamento de madeira. Para quê isso?

Resposta: O contato de metal com metal pode causar instabilidade na placa do seu amplificador, efeito loop e outros problemas indesejados. Isto não é uma regra, há casos onde isto ocorre e outros casos onde não ocorre. Na dúvida, não custa fazer da forma correta. A maneira mais barata e simples de fixar o amplificador é parafusar quatro tocos de madeira ao banco e, com outros parafusos, fixar o amplificador aos tocos de madeira, como um calço. Desta forma evita-se o contato de metal com metal e também ajuda a arejar mais o amplificador.

Pergunta: Quero investir pesado no meu som, estive pensando em um sistema 5.1 que parece ser o melhor, mas a loja falou que é besteira, o bom e velho estéreo 2.1 é melhor. Afinal de contas, o que é estéreo?

Resposta: Estéreo são seus ouvidos! Temos dois ouvidos, direito e esquerdo. Um de cada lado da cabeça e não, os dois encostados lado-a-lado na barriga. Imagine que você está conversando de frente com três pessoas. Uma a sua frente, uma a esquerda e outra a direita. A pessoa que estiver mais a esquerda será ouvida mais com seu ouvido esquerdo, certo? Mas isso não significa que você a ouvirá somente com o ouvido esquerdo, o direito também captará a voz desta pessoa, porém com menor intensidade… meio óbvio? Sim. Então aplique esta mesma lógica ao sistema de som. Entendeu? Fácil né.

Pergunta: E o que é um sistema 2.1? E um sistema 5.1? Existe 7.1?

Resposta: Novamente, pegando um gancho da pergunta acima, o 2 significa estéreo (direita e esquerda). E o 1 significa mono (subwoofer). Ou seja, é um kit 2 ou 3 vias ou, um par de coaxiais mais o subwoofer. Se você colocar alto-falantes nas portas traseiras também, será um 4.1. Se você adicionar um canal central, será um 5.1. Se você adicionar mais um par de 6×9 no tampão será um 8.1 (se usar o canal central, embora isso não faça muito sentido). E assim por diante. Em som de qualidade HD e no Hi-Fi tanto automotivo quanto residencial, usa-se apenas o sistema 2.1.

Pergunta: O que é o termo “assinatura sônica”?

Resposta: Você sabe a diferença entre nota (musical) e timbre? Sabe mesmo? Tem certeza??
Bem, vamos entender algo que é muito falado, mas não amplamente entendido. Você consegue tocar um “lá maior” em um piano, violão, guitarra, cello, gaita, saxofone, flauta, harpa, violino, teclado, piano, etc. Ou seja, qualquer instrumento musical toca o “lá maior”, assim como você consegue cantar em “lá maior”. Entretanto, saberemos de ouvido que embora todos estejam tocando na mesma nota (parcialmente ligado à freqüência sonora), são instrumentos diferentes… um é piano, outro é saxofone, outro é cello, etc… Ou seja, cada um tem uma assinatura sônica. Em outro artigo, nós da Audiophonic iremos explicar como esta mudança de timbre ocorre mesmo que freqüências e notas sejam idênticas. Conclusão: Timbre é o que faz sua voz ser única, faz o violão soar como violão, flauta soar como flauta e assim por diante. Em níveis mais avançados da audiofilia (o verdadeiro áudio HD), o timbre deve ser tão preciso e exato que é possível perceber até se o piano que toca na música é com calda ou sem calda. Se é Yamaha ou Steinway & Sons… Se a guitarra é Fender ou Giannini. Ou seja, a pureza do áudio é tão grande que músicos profissionais diriam que o som do instrumento musical, modelo tal, da marca tal, de uso nobre, profissional, caríssimo ou baratíssimo é reproduzido com total plenitude pelo seu sistema de áudio. Ou seja, vai além de saber que “é uma guitarra”.

Pergunta: O que significa AWG?

Resposta: É um termo em inglês que significa American Wiring Gauge. Ou seja, padrão americano de bitolas (gauge) de fios. Tal como 12 e uma dúzia, um cabo 4 AWG é no Brasil conhecido como 21mm, por exemplo.

Pergunta: Cabo de bitola mais fina do que a recomendada pode causar problemas de aquecimento ou de falta de potência no amplificador?

Resposta: Não. O máximo que pode ocorrer é o cabo “derreter” e o seu carro pegar fogo.

Pergunta: Ouvi dizer que quanto mais o carro treme junto com o som, o som piora. Por quê?

Resposta: Quem lhe disse isso está correto. Quanto mais “as coisas” vibrarem, maior será o cancelamento acústico, pois as “coisas” vibram no sentido inverso às senóides (ondas sonoras), cancelando-as ou reduzindo-as. Ao fazer um tratamento acústico, reduz ou eliminam-se estas vibrações e conseqüentemente seu som tocará mais limpo, com mais precisão e maior volume. Por isso que dizemos que caixa acústica boa é aquela bem pesada, sólida e travada.

Pergunta: O que é volume bruto e volume líquido em caixas acústicas?

Resposta: Volume interno bruto é o volume total interno da caixa acústica, vazia. Volume líquido considera o volume com o duto e o subwoofer dentro da caixa. Por exemplo, se um projeto de caixa tem 40 litros brutos, com o duto e o subwoofer dentro terá aproximadamente 32-35 litros. Dessa forma, quando se instala um subwoofer invertido, é necessário considerar o volume dele que NÃO será ocupado dentro da caixa.

Pergunta: O que afinal de contas é “baffle”? Para que serve?

Resposta: É um aro de MDF instalado entre o alto-falante e as abas metálicas originais de fixação. Serve para travar mais o alto-falante, fazendo com que vibre menos. Quanto menos vibrar, melhor. É também conhecido como espaçador.

Pergunta: Ouço o barulho do motor no tweeter do meu som, a instalação foi feita com bons equipamentos, mas não consegui entender de onde vem esse “assobio” no som que acompanha a rotação do motor. Consigo eliminar isso?

Resposta: Só há uma causa – cabo RCA. Verifique se os terminais estão conectados sem folga nos bornes do player (reprodutor) e amplificador. Muitas vezes, ao empurrar o reprodutor de volta para dentro do painel, o terminal retorce e perde contato com o reprodutor. Ao puxar de volta, parece estar tudo ok. Se isso ocorrer, substitua o RCA por um com terminal menor ou em formato “L” a fim de evitar que isso ocorra. Há casos onde o RCA não conta com blindagens e é equivocadamente passado perto de zonas que causam interferência, como módulos centrais, injeção eletrônica, caixa de fusíveis e afins. E também, há casos de RCA “mastigados” sob o banco, causando este fenômeno incômodo.

Pergunta: Meu subwoofer “estala” quando ligo e/ou, quando desligo o meu som. Parece um soluço, já revi toda a instalação e acho que a culpa é do amplificador. Estou errado?

Resposta: Sim. O amplificador está levando a culpa sem ser o culpado, coitado. Este fenômeno é apenas uma certa incompatibilidade entre a unidade fonte (reprodutor) e o amplificador. E é muito mais comum quando se usa o reprodutor original de fábrica com um amplificador after-market. Isso ocorre com qualquer marca e modelo em todo o planeta Terra. Como prever isso? Impossível. É tão comum assim? Sim, é. Como resolvo este problema? Bem, se o áudio está gostoso, bom, satisfatório e você quer manter o projeto como está, você pode adquirir um produto chamado de anti pop-on e anti pop-off. Um é quando o “soluço” ocorre ao ligar o som e o outro, quando desligamos o som. Contate o único fabricante deste “eliminador de soluços” através do e-mail contato@alchemyway.com.br para saber onde adquiri-lo. O custo médio é de R$70,00, sem instalação. E pare de culpar o instalador ou os produtos, eles são inocentes.

Pergunta: Ouço muito sobre sensibilidade de alto-falante, mas até agora não entendi o que é isso. É algum dado realmente relevante?

Resposta: Altamente relevante! A sensibilidade indica quanto de volume que um alto-falante produz com apenas 1 watt. Antes de continuarmos a resposta, vamos lembrar que o volume dobra a cada 3dB. Portanto o dobro de 90dB não é 180dB e sim, 93dB. E o dobro de 93dB é 96dB e assim por diante. Voltando a explicação, se você tem um alto-falante cuja sensibilidade w/m (1 watt aplicado ao alto-falante e tendo volume medido a 1 metro de distância dentro de uma câmara anecóica) é 88dB e o outro é 91dB, significa que o segundo precisa de METADE DA POTÊNCIA que o primeiro para produzir o mesmo volume. Portanto, desconsiderando alguns fatores acústicos, um alto-falante de 120Wrms com 88dB de sensibilidade irá tocar tanto quanto um de 60Wrms e 91dB de sensibilidade. Lembrando que as variáveis acústicas devem ser consideradas também. Devemos nos atentar que no Brasil não há nenhuma regulamentação de aferição imposta pela ABNT que obrigue as marcas a certificarem os dados declarados. Muitas vezes encontramos dados inventados, irreais para fazer parecer que o alto-falante/amplificador é muito mais do que realmente é. Agora você entendeu por que os grandes especialistas dizem que wattagem não é tudo, é apenas um dos vários elementos que compõem o resultado final em termos de volume. Portanto, cuidado com marcas que vendem potência (wattagem) como o único indicador de quão alto seu som irá tocar.

Pergunta: O que é damping?

Resposta: Toda vez que você ler o termo “damping” em alguma literatura sobre áudio, entenda como: Controle, absorção, amortecimento. Em amplificador, é o freio elétrico aplicado ao alto-falante para maior controle musical. Assim como o amplificador coloca o alto-falante em “movimento”, ele também deve pará-lo se a música tiver rápidos intervalos musicais. Em caixas acústicas, é o preenchimento normalmente feito de lã de vidro ou lã de rocha para absorver/amortecer as ondas sonoras internas, reduzindo vibrações (conseqüentemente como já vimos, a ineficiência sonora). Em alto-falantes, é o quão controlável o alto-falante é… uma coisa é ser arisco ao tocar, sem controle. Outra coisa é tocar com precisão, obedecendo fielmente ao sinal enviado pelo amplificador, em perfeita sinergia conferindo desta forma maior definição e clareza.

Pergunta: Ainda confundo resposta de freqüência com curva de resposta de freqüência. Me ajudem.

Resposta: Resposta de freqüência é a faixa de freqüência completa onde seu alto-falante ou amplificador consegue trabalhar. Vamos falar de um mid-bass (médio) por exemplo. Ele pode conseguir começar a trabalhar em 80hz com eficiência e ir até 4, 5, 7khz. A partir daí entra o tweeter. Agora, CURVA de resposta de freqüência é como o alto-falante se comporta dentro deste espectro de freqüências na qual ele consegue trabalhar. Mantendo o exemplo no médio, entre 80Hz e 5Khz por exemplo, se ele for de BOA QUALIDADE, irá tocar todas as freqüências sem que o volume suba ou desça demais em determinados pontos. Um médio ruim, de baixa qualidade, pode apresentar, por exemplo, um pico de 3, 6, 12dB entre 900-1100hz (vai tocar muito forte)… como pode ter um vale de também 3, 6, 9, 12dB entre 2 e 2.600Khz (vai tocar muito fraco). Ou seja, alguns instrumentos tocarão alto demais e outros, baixo demais. Entendeu porque volume final não é tudo? Reparei que a mesma música, em sistemas de áudio diferentes pode fazer a voz se sobressair excessivamente como em outros, soar fraca demais.

Pergunta: Como um especialista, conhecido como audiófilo, avalia um sistema de som no ouvido? Quais são os principais critérios a serem identificados?

Resposta: Se o projeto for de alta definição e não Hi-Fi, normalmente avaliamos o equilíbrio espectral (entenda sobre critérios de avaliação aqui) em primeiro lugar. Também analisamos precisão tonal, dinâmica, sibilância e, identificamos se há algum alto-falante fora de fase. O grave deve soar na frente e não vir de trás para a frente. Também analisamos detalhamentos (micro-dinâmica) musicais e coloração sonora.

Pergunta: Gosto muito de som de qualidade, sou um audiófilo?

Resposta: Chamamos de audiófilo a pessoa que tem capacidade de avaliar com precisão a pureza e qualidade de um sistema de áudio. Para isto, é necessário ter centenas, milhares de horas de experiência com sistemas de referência (um áudio realmente perfeito) e também conhecer profundamente os sons emanados de instrumentos musicais. Para julgar se o timbre de determinado instrumento tocado por um alto-falante é ou não igual ao original do instrumento em questão, tem que conhecer o som original. Quem ainda não chegou neste nível é chamado de melômano.

Pergunta: Por que em campeonatos de Hi-Fi usam-se dois, três, quatro ou até cinco amplificadores para ouvir em volume “baixo”? Amplificador não é para dar mais potência? Sendo assim, não faz sentido usarem para Hi-Fi, certo?

Resposta: Um BOM amplificador tem duas funções primordiais. A primeira é obviamente proporcionar maior potência ao seu sistema de som. E a segunda é de intensificar a musicalidade do áudio – em qualquer volume. Mas isto se aplica apenas a BONS amplificadores. Se quer qualidade tanto quanto volume, pesquise sobre a marca que produz seu amplificador para saber se a qualidade prometida de fato é entregue ou é puro marketing. Lembre-se que não há milagres, não dá para comprar um Iphone por 300,00 assim como não dá para comprar um amplificador com tecnologia high-end de ponta a preços populares. A diferença entre alto-falantes, amplificadores, fios, cabos e players high-end para outros populares é a mesma diferença que há entre carros. Um Fusca, assim como um Rolls Royce também tem câmbio, bancos, volante, motor, estepe, pedais, velocímetro, capô, escapamento, suspensão, bateria, etc…

Material desenvolvido pela Audiophonic julho/2014.

Fonte:SABrasil




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